O QUE TENHO NA SALA – A Marcha dos Pinguins

É um documentário delicioso que nos conta, através de três personagens (pai, mãe e filho) todas as peripécias que este animal passa – a debandada dos oceanos, o encontro das tribos, a marcha até ao Oamock, o baile dos Pinguins, as sucessivas e intermináveis viagens de volta ao Oceano em busca de comida, e por fim, o nascimento da cria.
Este documentário, que com o correr dos minutos se transforma no mais lindo dos filmes, é genial. É genial porque a fotografia é fantástica; é genial porque as personagens prendem-nos de uma maneira inimaginável; é genial porque tem uma banda sonora intimíssima da narração que nos prende ainda mais ao ecrã (obra da não menos genial Emilie Simon); é genial porque o Pinguim é efectivamente um animal com uma dádiva e uma devoção incríveis.; é genial porque o realizador Luc Jacquet, que se estreou nestas lides, conseguiu juntar isto tudo de uma forma brilhante.
É por todas estas razões que aqui proponho este filme. Porque começa-nos realmente a fazer falta filmes que mostrem o Bem de uma forma inequívoca e que incitem a um pouco de privação e altruísmo em busca de um mundo melhor. Aceite o desafio de ver o filme e verá que o sorriso no fim será um sorriso mais forte, mais vincado e certamente mais rasgado.
25 Anos - Estudante
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